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  Coluna Semanal | publicado dia 21/01/2019 às 10:59
Centrais sindicais unidas contra a reforma da Previdência
 
A CUT e demais centrais sindicais decidiram, na terça-feira (15), realizar uma plenária nacional em defesa da aposentadoria e da Previdência no dia 20 de fevereiro, quando será definido um plano unificado de lutas.
 
Nas próximas semanas, deverão ser promovidas assembleias nas categorias e plenárias estaduais, para organizar a resistência dos trabalhadores, públicos e privados, contra a proposta de reforma da Previdência do atual Governo Federal.
 
A equipe econômica do governo já divulgou, sem maiores detalhes, sua determinação de fazer alterações “profundas”, como o aumento da idade mínima e a capitalização da Previdência, que dificultam ao máximo o direito à aposentadoria, pensões, auxílio-doença e outros benefícios. Isso nós não podemos permitir.

Vamos construir a resistência, organizar os trabalhadores e dialogar com a sociedade sobre os riscos das propostas sinalizadas pelo governo. Os sindicatos têm o papel central na construção do processo de resistência, a ser construído a partir das bases das diversas categorias.
 
A mobilização contra a reforma da Previdência é o ponta-pé inicial, o primeiro grande desafio deste ano, que deverá contribuir para deslanchar uma série de lutas contra as mudanças antipopulares do atual governo.
 
REGIME DE CAPITALIZAÇÃO - A proposta de regime de capitalização da Previdência, que o atual Governo Federal quer adotar no Brasil, é o mesmo modelo adotado no Chile na década de 1980 que resultou no empobrecimento e na miséria dos idosos chilenos. A desastrosa experiência revelou que os valores dos benefícios são rebaixados.
 
Atualmente, cerca de 91% dos aposentados chilenos recebem benefícios de meio salário mínimo do país, o equivalente a menos de R$ 700.
 
No modelo de capitalização, cada trabalhador ou trabalhadora faz a própria poupança, que é depositada em uma conta individual, geralmente administrada por bancos ou administradoras de Fundos de Pensão (AFPs), como o caso do Chile, que podem investir no mercado financeiro. 
 
Ou seja, o valor da aposentadoria de um trabalhador depende do rendimento que a conta individual dele tiver, sem contribuição dos empresários e do governo. E não existe nenhuma garantia no caso de “falência” destes agentes financeiros. Enfim, a capitalização da Previdência, no Brasil, será uma tragédia anunciada para milhões e milhões de brasileiros e brasileiras.




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